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Existe um paradoxo que todo importador experiente conhece bem: quanto mais você importa, mais capital fica preso.

Você fecha um pedido com o fornecedor na Ásia. Paga a fatura à vista ou financia com o banco. A carga embarca. Fica 30, 40, 50 dias no mar. Chega ao porto. Espera mais alguns dias para desembaraço. Só então entra no seu estoque — e mais algum tempo depois vira receita.

Nesse intervalo todo, você tem um ativo real com valor real navegando pelo oceano. Mas para o sistema financeiro tradicional, esse ativo simplesmente não existe.

O custo invisível da carga em trânsito para o importador

Pense assim: uma carga em trânsito avaliada em R$ 1 milhão está cruzando o Atlântico agora mesmo. Ela tem origem documentada, valor de mercado conhecido, destino certo. É um ativo tangível e rastreável.

Mas se você ligar para o seu banco hoje e pedir crédito com base nessa carga em trânsito, a resposta provavelmente vai ser: “precisamos de outras garantias.”

Esse é o custo invisível da carga em trânsito para a maioria dos importadores: não é o frete, não é o seguro, não são os impostos. É o custo de oportunidade do capital parado porque o sistema financeiro não enxerga o que você tem.

Como o Cargo Equity transforma carga em trânsito em liquidez

A NAC foi construída para resolver exatamente esse problema.

Através do Cargo Equity NAC, você pode usar sua carga em trânsito como garantia e acessar até 80% do valor da fatura em crédito — antes mesmo de a mercadoria chegar ao Brasil.

Na prática, isso significa:

  • Liquidez no momento em que você mais precisa: durante o transporte

  • Capacidade de fechar novas operações sem esperar o ciclo anterior fechar

  • Crédito que acompanha o ritmo do seu negócio, não o ritmo burocrático do banco

E sem as exigências tradicionais: sem IOF, sem comprometimento do seu limite no Bacen, sem precisar oferecer imóvel ou recebíveis como garantia.

Por que bancos tradicionais não financiam carga em trânsito

Boa parte dos importadores que chegam à NAC chega com a mesma pergunta: “Por que ninguém me falou que isso era possível?”

A resposta é simples: os bancos tradicionais não têm infraestrutura para avaliar carga em trânsito como garantia. Eles foram construídos para analisar patrimônio imobiliário, histórico de crédito e recebíveis futuros. A operação de comex — com sua complexidade logística, câmbio, Incoterms e prazos variáveis — está fora do modelo deles.

A NAC nasceu dentro desse universo — com raízes no agenciamento de cargas — e entende a fundo como o dinheiro se move no comércio exterior.

Calcule o crédito disponível na sua carga em trânsito

Se você importa regularmente, provavelmente tem uma ou mais cargas em trânsito agora. Some o valor dessas faturas e multiplique por 0,8. Esse é o crédito que você poderia estar acessando hoje — e não está.

Com esse capital, você poderia:

  • Fechar a próxima ordem de compra sem esperar o ciclo atual terminar

  • Negociar melhores condições com fornecedores que oferecem desconto para pagamento à vista

  • Reduzir a dependência de capital de giro bancário caro

  • Escalar o volume de importação sem escalar proporcionalmente o risco financeiro

Se ainda está preso nos modelos tradicionais, entenda como financiar importações sem usar imóvel ou recebíveis. Para quem importa da Ásia, veja também como otimizar o caixa nas importações da Ásia.

De carga em trânsito para próxima operação: o ciclo do Cargo Equity

Importadores que entendem o Cargo Equity param de enxergar o período de trânsito como tempo morto e passam a enxergá-lo como oportunidade financeira.

Sua carga em trânsito não precisa ser um peso no seu caixa. Ela pode ser, literalmente, o seu próximo negócio.